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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Obras do novo pavilhão do Cevadeiro arrancam em Dezembro

14:40

A construção do novo pavilhão multiusos do Parque Urbano do Cevadeiro, em Vila Franca de Xira, vai arrancar no final do mês de Dezembro. É este o prazo previsto para o início da execução da empreitada, orçada em 2 milhões e 250 mil euros. A construção do novo pavilhão do Cevadeiro tem uma duração prevista de 210 dias. A obra deverá ficar concluída a 31 de Agosto de 2011.

O executivo vilafranquense aprovou por unanimidade, na última reunião pública, o projecto de execução do novo pavilhão. A obra de construção do pavilhão, recorde-se, foi adiada no final de 2009 devido a um incumprimento da empresa projectista. De acordo com a autarquia, a decisão de adiar a construção do novo pavilhão prendeu-se com o facto de a empresa vencedora do concurso público não ter cumprido a cláusula do caderno de encargos relativa à estimativa orçamental para a empreitada.

A câmara tinha orçamentado um investimento a rondar os dois milhões de euros mas a empresa apresentou um encargo estimado em dois milhões e 400 mil euros. Esta situação levou a câmara a cancelar o contrato entre as partes e a abrir um novo concurso com vista à escolha de uma nova firma projectista para a realização do projecto.

Na cerimónia de inauguração da 30ª Feira de Artesanato, realizada na tarde de dia 1 de Outubro, a presidente da Câmara Municipal, Maria da Luz Rosinha, garantiu que em 2011 o Cevadeiro terá um novo pavilhão multiusos. Fonte: Mirante.

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Rosinha diz que a esquadra da Póvoa não abriu por causa de atraso nos arranjos exteriores

14:33

A nova esquadra da PSP da Póvoa de Santa Iria só irá abrir em 2011. Não por falta de efectivos, mas porque as obras exteriores ainda estão por concluir, diz a presidente da câmara de Vila Franca de Xira.

A abertura da nova esquadra da Polícia de Segurança Pública na cidade da Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira, está dependente da conclusão das obras no exterior do edifício mas ficará a funcionar normalmente até ao final de 2011.

A garantia é da presidente da câmara municipal, Maria da Luz Rosinha (PS), que garante que a falta de efectivos para a ocupar é um problema que não existe. “Neste momento a esquadra só não está a funcionar porque a câmara teve de reformular o projecto dos arranjos exteriores no espaço no sentido de lhe dar um enquadramento que consideramos obrigatório, pela dignidade das pessoas que lá vão trabalhar”, garantiu Maria da Luz Rosinha a O MIRANTE. A obra tem um custo que ronda os 100 mil euros. O projecto está concluído e a autarquia prepara-se para lançar o concurso.

A autarca garante ainda que pediu ao Ministério da Administração Interna que só abrisse as portas da nova esquadra quando tudo estiver concluído. “Por isso a falta de efectivos é um falso problema”, afirmou.

A presidente do município respondeu também às críticas do dirigente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), António Ramos, que disse a O MIRANTE que a divisão policial de Vila Franca de Xira tem um défice de 60 homens.

“Há mais de um ano o mesmo senhor dizia que nunca iria haver uma esquadra na Póvoa de Santa Iria. Afinal a esquadra está construída e revelou-se que isso não é verdade. Quando diz que a esquadra não abre porque não há efectivos não sabe do que fala. Ou então fala com recalcamentos”, reagiu.

O dirigente sindical António Ramos, recorde-se, disse ao nosso jornal que a divisão vilafranquense está “desfalcada” e que existem muitos serviços “reduzidos ao mínimo”. “Um piquete que deveria ter um efectivo de sete, oito homens, muitas vezes tem dois ou três elementos. A esquadra da Póvoa ainda não abriu por falta de efectivos”, disse.

A direcção nacional da PSP justificou o atraso da abertura com o facto de ainda não terem sido instalados os equipamentos necessários. A nova esquadra, com cerca de mil metros quadrados, distribuídos por dois andares, tem capacidade para albergar 120 agentes. Fica na rua Alcino de Oliveira e Silva, junto à escola EB1 da cidade e vai servir as freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa. Terá as valências de Investigação Criminal e de Intervenção e Fiscalização Policial (piquete).

A nova esquadra irá ter também um balcão de atendimento ao público aberto 24 horas por dia, permitindo que a população evite deslocar-se a Alverca para efectuar denúncias ou obter informações. Fonte: O Mirante.

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Concurso de ideias Forte da Casa: passagem superior pedonal

00:50

No âmbito do Protocolo existente entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e a Universidade Lusíada de Lisboa, através do Centro de Investigação em Território, Arquitectura e Design (CITAD), a Faculdade de Arquitectura e Artes da ULL, no contexto desta parceria, promove um concurso de ideias para a realização de uma passagem superior pedonal prevista na freguesia do Forte da Casa no quadro do Programa Polis XXI: Requalificação da Frente Ribeirinha da zona Sul do Concelho de Vila Franca de Xira.

Além da passagem superior pedonal, a proposta deverá também incluir o desenho urbano de enquadramento com as áreas envolventes de forma a estabelecer a ligação adequada entre o tecido urbano existente e o projecto de reabilitação previsto para a Frente Ribeirinha.

A proposta vencedora será posteriormente desenvolvida ao nível de projecto de execução no CITAD, pela equipa vencedora orientada por professores.

Calendarização

Inscrições e pedidos de esclarecimento13 de Setembro a 8 de Outubro de 2010
Reunião com os técnicos da Câmara8 de Outubro de 2010(1)
Resposta aos pedidos de esclarecimento11 a 15 de Outubro de 2010
Data de entrega das propostas do concurso de ideias17 de Dezembro de 2010 (até às 17H30)
Publicação dos resultados da avaliação do júri17 de Janeiro de 2011
Entrega de prémios e exposição em Vila Franca de Xiradurante o mês de Fevereiro de 2011
Exposição na Universidade Lusíada de Lisboadurante o mês de Março de 2011
Devolução de trabalhosdurante a 1.ª quinzena de Abril de 2011
(1) Será realizada uma reunião com técnicos responsáveis da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, às 14H00, em local a designar.
Fonte: http://www.lis.ulusiada.pt/tabid/2573/language/pt-PT/Default.aspx

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

APS com capacidade para mais 50 crianças

13:45

A Associação de Promoção Social (APS) de Castanheira do Ribatejo, concelho de Vila Franca de Xira passou a ter este ano mais duas salas de pré-escolar com capacidade para 50 crianças entre os três e os seis anos.

O espaço – situado na Rua Palha Blanco, nº35 – já funciona desde o dia 15 e a presidente da câmara Maria da Luz Rosinha elogiou “o bom gosto e a imaginação” na decoração.

O edifício já pertencia à APS e a obra de remodelação insere-se no Programa de Alargamento do Pré-Escolar (PAPE). O investimento global foi de 180 mil euros. A autarquia comparticipou com 38 mil e 400 euros, o Ministério da Educação contribuiu com 81 mil e 300 euros e a associação desembolsou 61 mil e 200 euros.

Com a abertura destas das duas novas salas, a Associação de Promoção Social passou a receber ao todo 620 crianças em todas as suas instalações. O novo investimento permitiu criar ainda seis novos postos de trabalho, passando a instituição a empregar 602 funcionários.

Fonte: O Mirante.

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Nova esquadra da PSP adiada para 2011

13:44

Instalações prometidas para Setembro estarão prontas em Janeiro, na melhor das hipóteses. Sindicato diz que não há agentes que chegue, câmara garante que só faltam arranjos exteriores

A esquadra da PSP da Póvoa de Santa Iria, cuja abertura esteve prevista para Setembro, só deverá abrir no início de 2011. O Sindicato dos Profissionais de Polícia diz que o adiamento se deve à falta de efectivos na Divisão Policial de Vila Franca de Xira. O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP e a presidente da câmara asseguram que se deve à necessidade de fazer arranjos exteriores ao edifício.

O imóvel, orçado em 958 mil euros, está concluído, mas só deverá abrir em Janeiro. Maria da Luz Rosinha, presidente da Câmara de Vila Franca, disse ao PÚBLICO que "não há falta de efectivos" e que a demora "tem a ver com algumas alterações que foram solicitadas pelo Ministério da Administração Interna [MAI]". Rejeitou a ideia de que haja falta de agentes - "esse assunto está absolutamente acautelado" - e acrescentou que além das modificações pedidas pelo MAI há também o espaço exterior à esquadra "que não está arranjado" e para o qual "a câmara desenvolveu um grande projecto, que ultrapassa o meio milhão de euros".

A autarca sustenta que não é possível concretizar agora todo este arranjo, e não queria "abrir uma coisa que à sua volta possa estar desqualificada", tendo o calendário derrapado também porque "foi necessário algum tempo para acertar o que é possível fazer". "Pedi ao MAI que o equipamento não entrasse em funcionamento sem termos feito estes arranjos", sublinha a líder do executivo municipal. O que falta fazer custará 100 mil euros, e Maria da Luz Rosinha prevê entregar a empreitada por ajuste directo, para as obras arrancarem o mais tardar no final de Outubro.

45 mil habitantes

Os meios humanos para a nova esquadra também suscitam dúvidas, com a oposição local a questionar o facto de estar previsto um "posto de atendimento" para servir os cerca de 45 mil habitantes das freguesias da Póvoa e do Forte da Casa - que têm mais moradores que algumas das maiores freguesia de Lisboa (Olivais, 44.000), e uns três mil moradores menos do que uma das grandes freguesias do Porto (48.000).

O Comando Metropolitano de Lisboa disse ao PÚBLICO que a Esquadra da Póvoa vai funcionar, quando abrir, como base das esquadras de Intervenção e Fiscalização Policial e de Investigação Criminal, actualmente sediadas em Alverca, com cerca de 60 operacionais. "Cumulativamente, a esquadra irá estar disponível aos cidadãos com um posto de atendimento que funcionará durante 24 horas por dia."

Póvoa de Santa Iria é a segunda cidade mais populosa do concelho, com perto de 30 mil habitantes (Lumiar, em Lisboa, tem 34 mil). O projecto de uma nova esquadra começou a ganhar forma depois de, no final de 2007, o MAI ter feito mudanças na orgânica das forças policiais. Cinco das 11 freguesias deste concelho passaram da tutela da GNR para a da PSP. Foram os casos da Póvoa de Santa Iria e da vizinha freguesia do Forte da Casa, que estavam a cargo da GNR, mas cujas instalações não tinham condições, e, por essa razão, o MAI entregou a protecção destas duas freguesias aos meios instalados em Alverca.

Meses depois, a autarquia e o Governo chegaram a acordo para a construção de um novo edifício para a PSP na Póvoa, com a autarquia a assumir a obra, com a promessa de que o Governo pagaria posteriormente.

Fonte: Público.

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Edições do “Vida Ribatejana” e “Notícias de Alverca” suspensas

13:17

As edições dos jornais “Vida Ribatejana” e “Notícias de Alverca” foram suspensas por dificuldades financeiras, informa a administração em comunicado. “A grave crise económica em que o país mergulhou veio agudizar o já difícil cenário de investimento publicitário, a principal fonte de receitas do jornal”, lê-se na informação da empresa. A CCS – Cultura e Comunicação Social, SA, proprietária do jornal, garante que realizou “as reduções de custos possíveis para manter o funcionamento das publicações numa tentativa de viabilizar a empresa e evitar o desfecho”.

A empresa explica que não sendo possível o cumprimento dos compromissos financeiros assumidos pelos jornais e até para que “a qualidade do trabalho desenvolvido pelos seus profissionais não seja mais afectada” decidiu partir para uma forte reestruturação suspendendo para já as publicações.

“Não podemos deixar de agradecer o apoio que um conjunto diversificado de clientes e amigos emprestou à actividade da empresa e aos profissionais que dedicaram anos das duas vidas profissionais aos títulos. Sem estes, seguramente, nada teria sido possível”, agradece a empresa.

Durante 93 anos o jornal “Vida Ribatejana” acompanhou o pulsar de toda a região do Ribatejo fazendo “um retrato do país real, indo ao encontro das pessoas e dos valores locais, dos empresários e das respectivas empresas que dinamizam a economia regional”. Um caminho que se revelou difícil tendo em conta o “cenário pouco favorável à sobrevivência e consolidação da imprensa regional”.

Fonte: O Mirante.

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Cimpor: Dirigente CGTP apresenta-se ao serviço após Supremo ter confirmado despedimento sem justa causa

01:42

Lisboa, 04 out (Lusa) – A dirigente da CGTP Fátima Messias vai apresentar-se hoje na Cimpor para trabalhar depois do Supremo Tribunal de Justiça ter confirmado que o seu despedimento não teve justa causa, o que obriga à sua reintegração na empresa.

Fátima Messias, da Comissão Executiva da Intersindical, disse à agência Lusa que vai comparecer no seu local de trabalho, no centro de produção de Alhandra, para voltar a ocupar o seu posto de trabalho, que perdeu há cinco anos, dado que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a sentença do Tribunal da

Relação, da qual a empresa recorreu.
“O STJ manteve a sentença da Relação que dizia que o meu despedimento foi sem justa causa”, disse a sindicalista acrescentando que o acordão do tribunal obriga a Cimpor a reintegrá-la e a pagar-lhe uma indemnização de 5.000 euros por danos morais.

Fonte: Diário de Notícias.

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