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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

APS com capacidade para mais 50 crianças

13:45

A Associação de Promoção Social (APS) de Castanheira do Ribatejo, concelho de Vila Franca de Xira passou a ter este ano mais duas salas de pré-escolar com capacidade para 50 crianças entre os três e os seis anos.

O espaço – situado na Rua Palha Blanco, nº35 – já funciona desde o dia 15 e a presidente da câmara Maria da Luz Rosinha elogiou “o bom gosto e a imaginação” na decoração.

O edifício já pertencia à APS e a obra de remodelação insere-se no Programa de Alargamento do Pré-Escolar (PAPE). O investimento global foi de 180 mil euros. A autarquia comparticipou com 38 mil e 400 euros, o Ministério da Educação contribuiu com 81 mil e 300 euros e a associação desembolsou 61 mil e 200 euros.

Com a abertura destas das duas novas salas, a Associação de Promoção Social passou a receber ao todo 620 crianças em todas as suas instalações. O novo investimento permitiu criar ainda seis novos postos de trabalho, passando a instituição a empregar 602 funcionários.

Fonte: O Mirante.

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Nova esquadra da PSP adiada para 2011

13:44

Instalações prometidas para Setembro estarão prontas em Janeiro, na melhor das hipóteses. Sindicato diz que não há agentes que chegue, câmara garante que só faltam arranjos exteriores

A esquadra da PSP da Póvoa de Santa Iria, cuja abertura esteve prevista para Setembro, só deverá abrir no início de 2011. O Sindicato dos Profissionais de Polícia diz que o adiamento se deve à falta de efectivos na Divisão Policial de Vila Franca de Xira. O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP e a presidente da câmara asseguram que se deve à necessidade de fazer arranjos exteriores ao edifício.

O imóvel, orçado em 958 mil euros, está concluído, mas só deverá abrir em Janeiro. Maria da Luz Rosinha, presidente da Câmara de Vila Franca, disse ao PÚBLICO que "não há falta de efectivos" e que a demora "tem a ver com algumas alterações que foram solicitadas pelo Ministério da Administração Interna [MAI]". Rejeitou a ideia de que haja falta de agentes - "esse assunto está absolutamente acautelado" - e acrescentou que além das modificações pedidas pelo MAI há também o espaço exterior à esquadra "que não está arranjado" e para o qual "a câmara desenvolveu um grande projecto, que ultrapassa o meio milhão de euros".

A autarca sustenta que não é possível concretizar agora todo este arranjo, e não queria "abrir uma coisa que à sua volta possa estar desqualificada", tendo o calendário derrapado também porque "foi necessário algum tempo para acertar o que é possível fazer". "Pedi ao MAI que o equipamento não entrasse em funcionamento sem termos feito estes arranjos", sublinha a líder do executivo municipal. O que falta fazer custará 100 mil euros, e Maria da Luz Rosinha prevê entregar a empreitada por ajuste directo, para as obras arrancarem o mais tardar no final de Outubro.

45 mil habitantes

Os meios humanos para a nova esquadra também suscitam dúvidas, com a oposição local a questionar o facto de estar previsto um "posto de atendimento" para servir os cerca de 45 mil habitantes das freguesias da Póvoa e do Forte da Casa - que têm mais moradores que algumas das maiores freguesia de Lisboa (Olivais, 44.000), e uns três mil moradores menos do que uma das grandes freguesias do Porto (48.000).

O Comando Metropolitano de Lisboa disse ao PÚBLICO que a Esquadra da Póvoa vai funcionar, quando abrir, como base das esquadras de Intervenção e Fiscalização Policial e de Investigação Criminal, actualmente sediadas em Alverca, com cerca de 60 operacionais. "Cumulativamente, a esquadra irá estar disponível aos cidadãos com um posto de atendimento que funcionará durante 24 horas por dia."

Póvoa de Santa Iria é a segunda cidade mais populosa do concelho, com perto de 30 mil habitantes (Lumiar, em Lisboa, tem 34 mil). O projecto de uma nova esquadra começou a ganhar forma depois de, no final de 2007, o MAI ter feito mudanças na orgânica das forças policiais. Cinco das 11 freguesias deste concelho passaram da tutela da GNR para a da PSP. Foram os casos da Póvoa de Santa Iria e da vizinha freguesia do Forte da Casa, que estavam a cargo da GNR, mas cujas instalações não tinham condições, e, por essa razão, o MAI entregou a protecção destas duas freguesias aos meios instalados em Alverca.

Meses depois, a autarquia e o Governo chegaram a acordo para a construção de um novo edifício para a PSP na Póvoa, com a autarquia a assumir a obra, com a promessa de que o Governo pagaria posteriormente.

Fonte: Público.

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Edições do “Vida Ribatejana” e “Notícias de Alverca” suspensas

13:17

As edições dos jornais “Vida Ribatejana” e “Notícias de Alverca” foram suspensas por dificuldades financeiras, informa a administração em comunicado. “A grave crise económica em que o país mergulhou veio agudizar o já difícil cenário de investimento publicitário, a principal fonte de receitas do jornal”, lê-se na informação da empresa. A CCS – Cultura e Comunicação Social, SA, proprietária do jornal, garante que realizou “as reduções de custos possíveis para manter o funcionamento das publicações numa tentativa de viabilizar a empresa e evitar o desfecho”.

A empresa explica que não sendo possível o cumprimento dos compromissos financeiros assumidos pelos jornais e até para que “a qualidade do trabalho desenvolvido pelos seus profissionais não seja mais afectada” decidiu partir para uma forte reestruturação suspendendo para já as publicações.

“Não podemos deixar de agradecer o apoio que um conjunto diversificado de clientes e amigos emprestou à actividade da empresa e aos profissionais que dedicaram anos das duas vidas profissionais aos títulos. Sem estes, seguramente, nada teria sido possível”, agradece a empresa.

Durante 93 anos o jornal “Vida Ribatejana” acompanhou o pulsar de toda a região do Ribatejo fazendo “um retrato do país real, indo ao encontro das pessoas e dos valores locais, dos empresários e das respectivas empresas que dinamizam a economia regional”. Um caminho que se revelou difícil tendo em conta o “cenário pouco favorável à sobrevivência e consolidação da imprensa regional”.

Fonte: O Mirante.

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Espaço senior de Vila Franca de Xira vandalizado antes da inauguração

04:46

Tentando camuflar as marcas de vandalismo estava um funcionário a eliminar um graffiti pintado de fresco em plena inauguração do recém-requalificado polidesportivo descoberto da cidade.

Lamentando-se da falhada aposta do mesmo espaço, Maria Rosinha, Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira inaugurou um novo espaço de desporto direccionado à população sénior da freguesia.
Visivelmente preocupada no seu discurso inaugural, Maria Rosinha apelou ao bom senso dos utilizadores para que estes zelem a infra-estrutura, invocando ainda o papel das forças de segurança para que se façam cumprir as regras de boa utilização pela continuidade do espaço.

Assinalando o Dia Internacional do Idoso a autarquia investiu 34 mil euros na requalificação de um antigo campo de futebol transformando-o num Parque Desportivo Sénior, localizado nas traseiras da estação dos Correios, na Rua Padre Américo em Forte da Casa. 

Em declarações a O MIRANTE Paula Madeiras, Directora dos lares da Instituição de Apoio à Comunidade, reconhece a importância do espaço para o instituto. “Os idosos podem praticar desporto, alcançando desta forma uma melhor saúde e qualidade de vida, ocupando os seus tempos livres e obtendo objectivos de vida”, explicou a assistente social. 

Maria Rosinha demonstra a importância da requalificação do parque para terminar com os actos de vandalismo que os moradores se queixavam, bem como para a uma utilização diferenciada, adiantando que o espaço está apto a realização de espectáculos culturais e actividades recreativas exemplificando a zona de mesas que permitem o jogo de cartas. 

Graciano Santos confessava-se ansioso pela abertura deste espaço, visto ser adepto de desporto. “Vejo futuro neste lugar e eu estarei cá para fazer os meus exercícios”, continuando, “só é pena que esteja um pouco escondido, se houvesse uma centralização dos espaços era muito melhor, por exemplo junto das piscinas” lamenta o utente de 62 anos.

Também com a mesma idade, António Inácio, presidente da junta, admite utilizar este espaço para praticar desporto e avança que na continuidade de apoio aos mais velhos arrancará, este mês, as obras de construção de um centro de cuidados continuados na sua freguesia, sendo um projecto pioneiro no concelho. 

Fonte: O Mirante.

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Cimpor: Dirigente CGTP apresenta-se ao serviço após Supremo ter confirmado despedimento sem justa causa

01:42

Lisboa, 04 out (Lusa) – A dirigente da CGTP Fátima Messias vai apresentar-se hoje na Cimpor para trabalhar depois do Supremo Tribunal de Justiça ter confirmado que o seu despedimento não teve justa causa, o que obriga à sua reintegração na empresa.

Fátima Messias, da Comissão Executiva da Intersindical, disse à agência Lusa que vai comparecer no seu local de trabalho, no centro de produção de Alhandra, para voltar a ocupar o seu posto de trabalho, que perdeu há cinco anos, dado que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a sentença do Tribunal da

Relação, da qual a empresa recorreu.
“O STJ manteve a sentença da Relação que dizia que o meu despedimento foi sem justa causa”, disse a sindicalista acrescentando que o acordão do tribunal obriga a Cimpor a reintegrá-la e a pagar-lhe uma indemnização de 5.000 euros por danos morais.

Fonte: Diário de Notícias.

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