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sábado, 9 de outubro de 2010

Coligação Novo Rumo quer tarifas especiais na carreira urbana de Vialonga

12:16

A bancada da Coligação Novo Rumo (PSD/CDS-PP/MPT/PPM) recomendou, na última sessão da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira, que seja criada uma tarifa especial para a carreira urbana de Vialonga. Os deputados consideram que o valor do bilhete (95 cêntimos) é caro e que a carreira é “diminuta”, pelo que a câmara municipal deveria analisar com a Rodoviária de Lisboa uma alternativa mais barata que permitisse “um aumento da procura e rentabilizar o investimento que a câmara tem estado a efectuar”.

O autocarro urbano que percorre Vialonga, recorde-se, tem poucos passageiros e passam-se tardes em que apenas três pessoas se sentam nos bancos do transporte público. Essa mesma realidade foi divulgada pelo O MIRANTE em Novembro de 2008. Muitos dos utentes da carreira 372 consideram a viagem “cara” e muitos desconhecem-na por completo. Fonte: O Mirante.

A carreira esteve para ser suspensa em Março de 2008 por falta de rentabilidade e só um acordo de financiamento de 36 mil euros assinado entre a câmara municipal, a junta de freguesia e várias empresas privadas permitiu a continuidade do projecto. O autocarro, com ou sem passageiros, gasta diariamente perto de 40 litros de combustível, num custo mensal a rondar os 3 600 euros.

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Talude que cedeu em Vialonga está há oito meses à espera de intervenção Vialonga está há oito meses à espera de intervenção

16:36

A encosta que cedeu em Fevereiro deste ano em Vialonga, arrastando um automóvel de um médico que dava consultas na Unidade de Saúde Familiar, ali ao lado, ainda não foi alvo de intervenção. Utentes e profissionais temem pela segurança do local.

O talude perigoso, que abateu no último Inverno próximo da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Vialonga e que destruiu a viatura de um médico, ainda não foi alvo de uma intervenção. Oito meses depois do acidente os utentes, profissionais e moradores da zona temem pela segurança do local e reclamam medidas urgentes.

O abate da encosta em Fevereiro deste ano levou uma parte do passeio, que continua vedado ao público, assim como o automóvel de um clínico que estava a dar consultas no centro de saúde. Quem ali vive garante que a chegada do Inverno poderá trazer sérias consequências e até os profissionais da USF temem pela estabilidade do edifício.

“Nada foi feito ali. Nenhum muro foi erguido. Nenhuma placa foi colocada para reter as terras. Da maneira como as coisas estão é certo mais pedaços de terra abaterem quando as chuvas chegarem vão poder levar uma parte do asfalto e, quem sabe, causar estragos no centro de saúde”, refere com preocupação uma funcionária a O MIRANTE.

Para os moradores a situação também gera preocupação. “Não se trata apenas dos lugares a menos para estacionamento. É também o arrastar de um problema que não tem solução à vista e se as pessoas não divulgarem o que se passa nada será feito e o problema arrasta-se. O que temos ali é uma vedação que não protege nada. Qualquer criança pode chegar-se ao beirado e cair”, alerta Pedro Nobre, morador.

O terreno é privado e, segundo a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, o seu proprietário alegou não ter capacidade financeira para construir um muro de suporte de terras no lote. Por esse motivo o problema foi encaminhado para o Departamento de Planeamento, Gestão e Qualificação Urbana (DPGQU) da câmara para análise, de onde ainda não saiu.

“Pensou colocar-se um prisma de terras no local, com terra que nos era oferecida, mas depois acabámos por perceber que essas mesmas terras não tinham capacidade para reter o talude”, justifica a autarquia. O vereador com o pelouro das obras, Rui Rei (Coligação Novo Rumo), garante que a situação vai ser alvo de análise e que será encontrada uma solução, acrescentando que este caso “não é responsabilidade do município” mas sim do proprietário do terreno. Para já o município garante que o edifício onde funciona a USF e os prédios circundantes ao talude não se encontram em risco.

Recorde-se que, em Fevereiro, o presidente da Junta de Freguesia de Vialonga, José Gomes (CDU) alertou para a existência de vários taludes antigos e casas abandonadas na freguesia em risco de derrocada. As preocupações do autarca foram expressadas no dia em que o talude próximo da USF ruiu arrastando um Hyundai Santa Fé de um dos médicos. “Quando ouvi o estrondo vim à rua verificar o que se tinha passado e vi o carro. As estruturas estremeceram devido ao volume e ao peso das terras que se movimentaram. Algumas pessoas tiveram receio que houvesse danos estruturais no edifício”, relatou na altura José Mendonça, proprietário da viatura acidentada ao nosso jornal. Fonte: Mirante.

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Doze instituições de Vila Franca recebem verbas por apoio às famílias do concelho

14:20

São doze as instituições que vão receber da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira apoios financeiros para fazer face às despesas relacionadas com o apoio à família – vertente de prolongamento de horário do pré-escolar – do presente ano lectivo.

O valor a transferir é de 706,21 euros por cada sala, por mês, ao longo de dez meses. Recebem apoios a Associação de Promoção Social de Alhandra (28 mil euros), Centro Social para o desenvolvimento do Sobralinho (35 mil euros), Centro de Bem Estar Infantil de Vila Franca de Xira (21 mil euros) e Caritas Paroquial de Vila Franca de Xira (14 mil).

A lista integra ainda a Associação de Pais e Encarregados de Educação (APEE) da escola EB1/JI da Malva Rosa em Alverca (28 mil), APEE das escolas do primeiro ciclo do ensino básico e pré-escolar da Castanheira do Ribatejo (42 mil euros), APEE do agrupamento de escolas Póvoa de D. Martinho (42 mil euros) e APEE do agrupamento de escolas Aristides Sousa Mendes (49 mil).

Entre as contempladas estão também APEE das escolas do primeiro ciclo e jardim-de-infância de Vialonga (49 mil), Associação de Pais e Encarregados de Educação do jardim-de-infância de Vialonga (28 mil euros), APEE do JI nº2 de Vila Franca de Xira – João de Deus (21 mil) e, por fim, a Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB1 nº3 de Vila Franca de Xira com 7 mil euros. Fonte: O Mirante.

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Primeiro treinador do seleccionador Paulo Bento é hoje o responsável pelo plantel do Vialonga

13:48


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O novo treinador do Grupo Desportivo de Vialonga, concelho de Vila Franca de Xira, é observador técnico do Sporting e foi o primeiro treinador do seleccionador nacional Paulo Bento.A O MIRANTE o técnico Carlos Fonseca garante que há talento em Vialonga. Para isso, basta haver empenho dos jogadores.


O plantel sénior do Grupo Desportivo de Vialonga tem um novo treinador. Carlos Fonseca, de 49 anos, é observador técnico do Sporting Clube de Portugal e foi também o primeiro treinador do seleccionador nacional Paulo Bento, na época 84/85.
Os amigos e colegas de balneário no clube do concelho de Vila Franca de Xira chamam-lhe de forma amigável “Cabé” e numa altura em que o técnico Paulo Bento foi escolhido pela Federação Portuguesa de Futebol para ser o novo seleccionador nacional toda a gente quer ouvir a história do primeiro homem que o treinou.

Dentro de uma mochila Carlos Fonseca guarda um conjunto de jornais e recortes mas é de uma fotografia do plantel do Clube Académico de Alvalade - onde se encontra o jovem Paulo Bento - que o mister tem mais orgulho. “O Paulo sempre foi um rapaz acima dos outros, destacou-se logo pela sua qualidade”, refere a O MIRANTE. O técnico não tem ilusões: os bons jogadores saltam logo à vista. E são esses que conseguem alcançar os objectivos.

“Foi num torneio de futebol de cinco do liceu Rainha D. Leonor, em Lisboa, que o Paulo deu nas vistas. Ele tinha na altura os seus 12 anos. Mais tarde começou a jogar a nível federado no Clube Académico de Alvalade. Através de uma série de torneios de futebol de 11, em que participava o Sporting e outros clubes importantes, o Paulo conseguiu chamar a atenção. Eu vi logo que ele era um líder. Era muito atencioso, educado e muito inteligente. E muito tranquilo também”, diz com um sorriso, garantindo que o jovem Bento nunca levou um raspanete do treinador.

“Era o melhor da equipa”, garante. Carlos Fonseca acabaria por investir nele como capitão de equipa. “Era pequeno mas tinha um pulmão forte. Tinha raça, era agressivo e jogava bem em qualquer lado, em passe longo, curto e tinha um bom posicionamento no campo”, refere. 

Carlos Fonseca nasceu em Lisboa e chegou este ano ao clube de Vialonga por convite. “O ano passado estava no Atlético do Cacém e fizemos aqui um bom jogo em Vialonga. Muitas vezes vinha aqui observar jogadores jovens e através dos conhecimentos com os directores do Vialonga acabei por ficar, depois de me endereçarem um convite”, explica.

Para o técnico existem hoje, no clube de Vialonga, vários jovens com talento para irem mais longe. Basta sorte e muito trabalho. “Temos miúdos aqui com talento e os melhores foram para o Futebol Clube de Alverca este ano. A nível de futebol sénior temos dois ou três jovens que têm muita qualidade e muito futuro. São jovens entre os 20 e os 22 anos e estou convencido que com muito trabalho e empenho vão conseguir atingir os objectivos. Não digo que serão o futuro Paulo Bento, mas acredito que ainda acabam na selecção portuguesa”, conclui.

“Escolha de Paulo Bento foi acertada”
Para técnico a escolha de Paulo Bento para seleccionador nacional foi acertada e só pecou por tardia. “Somos muito amigos, acho que o Paulo é dos homens que mais conhece o futebol português, está ligado a isto há 30 anos. Na altura em que o Peseiro era o treinador do Sporting eu cheguei a dizer-lhe que ele ainda iria substitui-lo. Nessa altura vi-lhe nos olhos o brilho da ambição e percebi que ele não baixa os braços facilmente”, refere. Quanto à tentativa da Federação de trazer José Mourinho para Portugal o técnico diz ter sido um episódio “mal engendrado” e que todo o processo poderia ter sido conduzido de outra forma, “sem ser necessário dar tiros no escuro”.

Fonte: O Mirante.

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